História

Projeto Alta de Lisboa (in alta.pt)

A Alta de Lisboa estende-se por 300 hectares a Norte da Cidade de Lisboa, e foi idealizada para 65.000 residentes e 500.000 m2 de terciário composto por centros comerciais, escritórios, hotéis, e centros de mercadorias. A Alta de Lisboa é o bairro da cidade, pensado e desenhado do zero e com a dimensão humana como regra fundamental e inalienável. A Alta de Lisboa é um espaço público privilegiado, complementada com amplas zonas verdes e parques urbanos, no total de 76 hectares. Um conjunto de grandes avenidas e ligações viárias consolidam a excelente acessibilidade. A Alta de Lisboa proporciona uma oferta urbana planeada: residencial, comércio e serviços. Um empreendimento urbano de qualidade: infra-estruturas, rede viária e de transportes, parques, equipamentos sociais, desportivos e de lazer.

o PROJETO
Visão

História

“Alta de Lisboa” é o nome comercial do Alto do Lumiar (topónimo oficial). Situa-se no extremo Norte do concelho de Lisboa, confronta com a Segunda Circular, o Aeroporto da Portela e o Eixo Norte-Sul e distribui-se pelas freguesias do Lumiar e de Santa Clara.

Uma nova zona da cidade, com excelentes condições de habitabilidade, redes de comunicação modernas, estradas largas com estacionamento, passeios com rebaixamento para as pessoas com dificuldades motoras e aposta na reciclagem de lixo.

A Alta de Lisboa tem também vários espaços verdes, como jardim quinta das conchas, parque oeste e parque do Monteiro-Mor. (e ainda campo de golfe)

Além disso, a Alta de Lisboa tem acessos privilegiados e rápidos para: Aeroporto de Lisboa, centro da cidade de Lisboa e também para as cidades adjacentes, usando as autoestradas A1(Porto), A8(Óbidos), Eixo Norte-Sul (Costa da Caparica e Setúbal) e IC19(Sintra). Pois estas vias são adjacentes ao seu território.

O território do Alto do Lumiar foi integrado no concelho de Lisboa no final do século XIX e situa-se na antiga zona “saloia” que abastecia a cidade de Lisboa, com suas quintas e campos de cultivo até às primeiras décadas do século XX.

Nas décadas de 60, 70 e 80 disseminaram-se na zona vários bairros de habitações precárias. Este fenómeno foi iniciado pela autarquia de Lisboa, com a construção em meados da década de 60 de dois bairros provisórios, designadamente a Musgueira Sul e a Musgueira Norte, destinados a absorver parte da população desalojada coercivamente do vale de Alcântara, em resultado da construção da Ponte Sobre o Tejo. Paralelamente, foi construído o bairro da Cruz Vermelha, numa iniciativa assistencialista articulada entre a Cruz Vermelha e a Câmara Municipal de Lisboa (CML).

Posteriormente, surgiram vários bairros de carácter informal, habitados por retornados, famílias provenientes do interior do país, de etnia cigana e dos PALOP, que se distribuíram pelos bairros da Quinta Grande, Quinta do Louro, Quinta do Pailepa, Quinta das Calvanas, Sete Céus, entre outros.

O projeto da Alta de Lisboa teve início em 1984, a partir de uma parceria público-privada entre a Câmara Municipal de Lisboa e a Sociedade Gestora da Alta de Lisboa (SGAL), estabelecida após um concurso público internacional. Em 1998 foi aprovado o Plano de Urbanização do Alto do Lumiar (PUAL) que regula a intervenção urbanística no local. Em 2012, o PUAL foi atualizado.

O realojamento da população dos antigos bairros de habitações precárias foi iniciado em 1993 no âmbito do Programa Especial de Realojamento (PER) e terminado em 2007. Os bairros sociais são geridos atualmente pela empresa municipal Gebalis, da CML.